Lula, desesperado, ameaça

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Por Maria Célia

O patético pronunciamento do ex-presidente Lula, após ter sido levado coercitivamente para prestar depoimento na Policia Federal´, aprofundou a crise politica que já existia, aumentando a indignaçao de setores da sociedade civil e militar contra as declarações patéticas do sindicalista.

O papel de vitima das oligarquias e das forças da direita, atrelado a sua história de vida contada de forma jocosa, agredindo o judiciário e a imprensa teve um efeito dominó. Em pouco tempo a revolta dos brasileiros se fez sentir com pisca pisca, buzinaço e palmas que ecoaram de todos os lugares como que em protesto pelas palavras do Lula e de gratidão à justiça e à imprensa livre que teve coragem de noticiar a corrupção comandada por Lula e seus parceiros. Foi ridículo a sua forma de pedir respeito à D. Marisa com a justificativa de que ela trabalhou desde os 12 anos como empregada doméstica, que foi a mais pura constatação de que ele no seu intimo, guarda o homofobismo de classe social, fato muito ruim para um líder sindicalista das classes trabalhadoras. ‘Desviou o foco da sua condução coercitiva, e em vez de provar a nação que sofrera realmente uma agressão fez um discurso populista relembrando a sua história de menino pobre lutando contra as elites. Ele esqueceu que não pode mais usar este discurso, nenhum presidente neste país se juntou mais as elites do que ele. Basta ver que conseguiu levar para a prisão os maiores empresários e banqueiros do Brasil. “‘Nunca na história deste país” os bancos ganharam tanto.

Outro momento que nos levou a reflexão foi quando disse que ia “”começar de novo porque o que ele fizera em toda a sua vida foi ir para a porta das fábricas, para as ruas”. E fez isto mesmo, trouxe greves, badernas, depôs governos por muito menos do que praticou, mentiu sobre a realidade da pobreza do povo brasileiro como ele mesmo já contou, e este vídeo roda as redes sociais. Enfim, sempre foi um agitador social.

Mas fato grave que existiu nesta coletiva foi a conclamação que fez ao MST, PC do B e militância do PT para iniciar o embate e ir para as ruas, de uma forma ameaçadora, como que dando um recado de que ele, o senhor todo poderoso, fica, por bem ou pela força. Isto ficou claro no seu discurso quando disse que “Eu só acredito em regimes fortes”.

Verdade, basta ver os bilhões que tirou do nosso dinheiro, e destinou aos países que detém o regime pela forca e sem liberdade de imprensa.

A jararaca não morreu, e mesmo com o apoio de uns minguados grupos enfurecidos, como vimos pela TV neste dia, a jararaca vive, e como Hitler pode continuar o genocídio dos brasileiros que ele deu inicio e que Dilma continuou.

Continuo conclamando os brasileiros para saírem do sofá, irem para as ruas, antes que fechem o Congresso Nacional, e instituam um regime , vermelho, de força.

Só o tempo poderá finalizar este momento trágico da historia brasileira.

Da Redação do Portal ABBP