A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) começou, nesta terça-feira (06), a iluminação de sua sede em lilás, em alusão à campanha Agosto Lilás, que marca o mês de combate à violência contra a mulher. A ação, garantida por lei distrital de autoria da deputada Jaqueline Silva (MDB), visa conscientizar a população sobre a importância de erradicar a violência de gênero e apoiar as vítimas.
Durante a solenidade de abertura da campanha, a deputada Jaqueline Silva destacou o compromisso contínuo da Casa Legislativa. “Essa luz lilás está aqui para alertar que esta Casa não vai medir esforços para combater toda e qualquer violência contra as mulheres no DF. E garanto que isso não é algo passageiro, só no mês de agosto. Nós vamos combater a violência contra as mulheres todos os dias”, afirmou.
A deputada Dayse Amarilio (PSB), procuradora da Mulher da CLDF, também ressaltou a importância da campanha como uma oportunidade de diálogo e reflexão sobre os direitos das mulheres. “As pessoas passam, olham a cor lilás e perguntam o que é isso. Então essa é uma oportunidade de conversar sobre os direitos das mulheres”, observou. Já a deputada Paula Belmonte (Cidadania) lembrou que o dia 6 de agosto também marca a promulgação da Lei Maria da Penha, um marco no combate à violência contra a mulher no Brasil.
O presidente da CLDF, deputado Wellington Luiz (MDB), enfatizou a necessidade de envolver os homens na campanha. “Tá na hora de os homens protegerem, cuidarem e respeitarem as mulheres. Pedimos que os homens sejam exemplos para suas famílias, para seus colegas de trabalho”, declarou. O deputado Pastor Daniel de Castro (PP) complementou: “É um dever nosso proteger as mulheres. É uma causa de todos. Esta Casa não irá tolerar o canalha que agride uma mulher”.
A solenidade, realizada na Praça do Povo da CLDF, também contou com a presença da Secretária da Mulher, Giselle Ferreira, e do deputado Max Maciel (Psol), reforçando o compromisso do governo do Distrito Federal com a causa. As autoridades destacaram a importância de uma abordagem colaborativa e inclusiva, onde todos os segmentos da sociedade, especialmente os homens, são chamados a participar ativamente na promoção dos direitos das mulheres e na erradicação da violência de gênero.

