A digitalização da armazenagem é um vetor crucial dessa transformação. Sistemas avançados de WMS integrados a RFID e análise de dados em tempo real permitem visibilidade completa sobre inventários e movimentações, reduzindo perdas e gargalos. “Quando os dados estão integrados, as decisões deixam de ser reativas e passam a ser estratégicas, impactando custos, níveis de serviço e confiabilidade da cadeia logística”, acrescenta Pimenta.
Redução de tempos de armazenagem
Modelos como cross docking, que minimizam a estocagem prolongada, ganham força, acelerando fluxos, reduzindo custos e aumentando a competitividade. “Reduzir o tempo de permanência da carga libera capital, aumenta a eficiência e torna a cadeia mais fluida, algo essencial no comércio exterior”, explica o CEO.
Customização com controle climático
Com o crescimento do comércio de produtos sensíveis, a armazenagem customizada e com controle climático se torna indispensável. “Não existe mais um modelo único de armazenagem. Cada produto exige conservação, controle e rastreabilidade. Adaptar infraestrutura e processos é indispensável no cenário internacional e de transição climática”, avalia o executivo.
Automação e robótica
A automação e a robótica colaborativa, como os Robôs Móveis Autônomos (AMRs), elevam produtividade, reduzem erros e permitem que equipes humanas se concentrem em atividades estratégicas. “A automação melhora precisão, previsibilidade e segurança, enquanto o papel das pessoas se torna mais analítico e estratégico”, explica Pimenta.
Sustentabilidade
A sustentabilidade também se consolida como prioridade. Armazéns mais eficientes
“De forma acelerada, a sustentabilidade passa a integrar efetivamente a estratégia operacional. Armazéns mais eficientes e resilientes – ao diminuírem a dependência de recursos naturais escassos, são mais preparados para enfrentar cenários de adversidade climática.
Fonte: Portal 84 Notícias
