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Taxa de informalidade cai no mercado de trabalho, mostra IBGE

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Conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (Pnad Contínua), a taxa de informalidade atingiu no trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026 o menor patamar desde o trimestre encerrado em julho de 2020.

O relatório do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que a informalidade registrou queda significativa por causa da pandemia, porque as pessoas pararam de trabalhar.

A explicação para a queda nesse trimestre é a associação da retração da taxa com a tendência de queda do emprego sem carteira no setor privado, além da expansão da cobertura de registro no CNPJ dos trabalhadores por conta própria.

O menor patamar da informalidade no emprego foi em junho de 2020, de 36,6%. Atualmente a população ocupada do mercado de trabalho brasileiro segue estável como um todo, e seu ramo informal, embora também estável, visto que não chega a ter uma variação tão intensa, reduz um pouco mais.

Na avaliação da coordenadora, esse comportamento vai refletir mais adiante na elevação do rendimento do trabalhador.

Conforme a pesquisa, o rendimento real habitual de todos os trabalhos chegou a R$ 3.652, o mais alto da série, com aumento de 2,8% no trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026, e de 5,4% na comparação anual.

O número de empregados no setor privado com carteira assinada, que exclui trabalhadores domésticos, ficou em 39,4 milhões, o que significa estabilidade no trimestre e avanço no ano de 2,1%, ou seja, mais 800 mil pessoas com carteira assinada.

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