DF MOBILIDADE | Ibaneis foi o primeiro a fechar, tem que ser o primeiro a abrir

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Alguns institutos de pesquisa publicaram neste primeiro semestre resultado do trabalho revelando o desempenho do governador do DF, Ibaneis Rocha, líder do MDB nacional e eleito com mais de 80% dos votos válidos em 2018.

O governador do DF superou todos os seus antecessores, desde 2000, com 61% de aprovação superando até mesmo Joaquim Roriz, o que denota alinhamento com os anseios populares.

As ações acertadas e uma gestão sem politicagem fizeram o Brasil prestar atenção no GDF.

O governo de Ibaneis já vinha sinalizando para uma administração acima da média. Apesar do estado de desalento que o DF se encontrava em janeiro de 2019.

Com um PIB orbitando os 2%, antes da peste chinesa, o mdebista já vinha ‘nadando de braçadas’ na gestão de relações com policiais, servidores da saúde e outros que ousaram desafiar o governador.

Portanto, o que fez Ibaneis Rocha despontar como governador bem avaliado são exatamente as suas decisões frente a ‘peste chinesa’, a qual fez com que se antecipasse a todos os outros governadores e decretasse o fechamento do comércio e outros estabelecimentos evitando o colapso total do sistema de saúde no DF.

O que sedimentou ainda mais os trejeitos de bom administrador não foi o simples ato de parlar, mas foi justamente no momento em que se calou diante das polêmicas causadas pelo governador de São Paulo que priorizou o confronto com Jair Bolsonaro. Dória perdeu assim como a população de São Paulo.

O governador não se aproveitou do momento para fazer politicagem, mas entrou em alguns confrontos com um único objetivo: Defesa de um dos direitos fundamentais do brasiliense, ou seja, a saúde.

Poderia citar sua coragem quando precisou enfrentar o Tribunal de Contas e defender os recursos do DF. Só ele poderia fazer isso: Conhece bem os vários labirintos dos tribunais.

Defendeu com unhas e dentes os leitos de hospitais quando pacientes vinham de outros estados para sobrecarregar os hospitais daqui.

A cadeia econômica está diretamente relacionada aos comandos da gestão pública. É preciso fazer a economia girar. Muitas empresas não poderão abrir suas portas porque já fecharam para sempre, a crise econômica é tão grave quanto a sanitária.

O governo do Distrito Federal foi o primeiro da federação a decretar o fechamento e portanto tem a responsabilidade de ser o primeiro a abrir fundamentado nas mesmas diretrizes de combate à pandemia. Com radares apontados para números cada vez piores no quesito desemprego.

Com um percentual de trabalhadores informais beirando os 30%, ou seja, 349.538 Brasília não pode se dar o luxo de continuar com o comércio fechado.

Cabe ressaltar que a crise sanitária ainda não acabou. A abertura gradual que o GDF se propôs tem sim fundamento técnico, diferentemente do conteúdo midiático que contamina todo o país.

É exatamente nestes momentos que reconhecemos aqueles que estão preocupados e preparados em fazer um bom trabalho e aqueles que somente querem se locupletar com recursos dos contribuintes.

Justamente na retomada das atividades econômicas e considerando dados técnicos para tal ação é que vem uma saraivada de ataques ao governador, que até então tinha sido impecável na sua gestão. Muito estranho essas acusações. Seria coincidência? Até quando Brasília resistiria com sua economia comprometida?

Apesar de Brasília ter um grande número de servidores públicos, 255 mil, a parcela desassistida de estabilidade no emprego e sem salários devem ser um dos alvo do gestor alinhado com justiça social.

Por Hamilton Silva – jornalista e articulista do DF Mobilidade

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