SALA DE IMPRENSA ABBP | Lucilene Florêncio destaca a importância do isolamento social para quebrar a cadeia de transmissão do coronavírus

Ao assumir o cargo de superintendente da Região de Saúde Oeste do DF, em fevereiro deste ano, a médica ginecologista Lucilene Florêncio não sabia que em poucos dias iria se deparar com um dos maiores desafios de sua carreira profissional, a pandemia da Covid-19. Na manhã desta terça-feira (23), a gestora participou da sala de imprensa da Associação dos Blogueiros de Política do Distrito Federal e Entorno (ABBP) onde foi entrevistada pelos jornalistas e blogueiros da entidade.

Durante a coletiva online, a Drª Lucilene falou das ações que estão sendo realizadas em Ceilândia pela sua Superintendência para combater tanto o coronavírus, como a dengue. A Região Administrativa é a que possui a maior densidade populacional do Distrito Federal e, por consequência, é onde está concentrado o maior número de casos de covid-19 atualmente. Na manhã de hoje, as cidades de Ceilândia, Brazlândia, Pôr do Sol/Sol Nascente, juntas, tinham 5,3 mil casos confirmados e 103 óbitos.

Na abertura da entrevista, a médica ressaltou que o sistema público de saúde de todo o DF “nunca foi tão testado como agora”. A superintendente revelou que está tendo que lidar com o déficit de servidores, pois muitos acabaram se contaminando com o coronavírus no atendimento ao público. Lucilene destacou que o GDF vem promovendo ações pontuais na Região de Saúde Oeste como o aumento do número de equipes do Programa Saúde da Família (PSF), ampliação do número de leitos com a construção de uma unidade hospitalar acoplada ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC) e do Hospital de Campanha.

Lucilene Florêncio explicou como a população tem sido orientada ao apresentarem os sintomas da Covid-19. A médica disse que a Secretaria de Saúde vem utilizando o georeferenciamento para mapear e identificar os locais onde residem os moradores que estão com coronavírus. Dessa forma, segundo a superintendente, as 81 equipes do PSF da Região Oeste conseguem realizar um trabalho de contenção da doença e vigilância para que as pessoas não se contaminem com o vírus da Covid-19.

“A partir do momento que a gente consegue isolar os novos casos e fazer a vigilância dos contactantes, a gente consegue quebrar essa cadeia de transmissão”, alertou a gestora ao falar da importância do isolamento para conter o avanço do coronavírus.

Assista a íntegra da participação da Drª Lucilene Florêncio na sala de imprensa da ABBP:

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Por José Fernando Vilela – Diretor de Comunicação e Marketing da ABBP e editor do Portal Expressão Brasiliense

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